Lesões na gengiva, desgaste dos dentes e raízes expostas causam dor e dificultam a alimentação dos bovinos. Segundo o médico-veterinário
Cereal de origem entre África e Ásia, o sorgo tolera seca, calor intenso e solos menos férteis. Das 790 mil
Estudo do IPES-Food aponta que regiões agrícolas da África, das Américas, incluindo o Brasil, e do sul da Europa registram
Estudo da consultoria Oxford Economics, encomendado pela Bayer e divulgado nesta quinta-feira (15), compara o desempenho agrícola entre 2011 e 2023. Segundo o levantamento, custos de produção, riscos climáticos e barreiras ao uso de tecnologias travam a agricultura europeia, enquanto o Brasil se destaca em crescimento e produtividade.
O Ministério da Agricultura e Pecuária confirmou nesta segunda-feira (19) um foco da doença de Newcastle em granja de perus
Lesões na gengiva, desgaste dos dentes e raízes expostas causam dor e dificultam a alimentação dos bovinos. Segundo o médico-veterinário
O Ministério da Agricultura e Pecuária confirmou nesta segunda-feira (19) um foco da doença de Newcastle em granja de perus
Com outubro seco em Pedreiras e no Médio Mearim, pasto e água ficam escassos e o leite pede atenção redobrada. Higiene na ordenha, teste da caneca, resfriamento rápido e água limpa no bebedouro estão entre os cuidados que ajudam o produtor a manter a qualidade e a renda.
Pesquisas da Embrapa Gado de Corte mostram que os pastos brasileiros costumam ser pobres em minerais como fósforo, sódio, cobre e zinco. Fornecer sal mineral o ano todo, em cocho coberto e com espaço para todo o lote, ajuda o rebanho a crescer e a produzir melhor.
Estudo da consultoria Oxford Economics, encomendado pela Bayer e divulgado nesta quinta-feira (15), compara o desempenho agrícola entre 2011 e 2023. Segundo o levantamento, custos de produção, riscos climáticos e barreiras ao uso de tecnologias travam a agricultura europeia, enquanto o Brasil se destaca em crescimento e produtividade.
O agronegócio brasileiro teve 28,4 milhões de pessoas ocupadas no segundo trimestre de 2026, alta de 0,7% sobre o mesmo
Depois de três meses em queda, os alimentos consumidos em casa subiram 0,96% em setembro, segundo o IPCA divulgado pelo IBGE no dia 9. Especialistas alertam que o El Niño, que deve ganhar força na primavera e no verão, e a alta típica das carnes no fim do ano podem pressionar ainda mais os preços.
O Ministério da Agricultura anunciou nesta terça-feira (13/10) que o Brasil soma 700 mercados abertos para produtos agropecuários em mais de 100 países desde 2023. Segundo a pasta, os novos destinos já renderam mais de US$ 4 bilhões às exportadoras, e itens não convencionais, como açaí e erva-mate, ganharam espaço.
Com o trigo entre 12% e 15% mais caro neste ano, padarias de todo o país absorvem parte do aumento da farinha e tentam limitar o reajuste do pãozinho a 4%. Safra nacional menor, mais importação e clima ruim no Sul explicam a pressão, segundo entidades do setor.
O tomate subiu 37,76% em setembro e liderou a alta dos alimentos no IPCA, ao lado da batata-inglesa e da cebola. O grupo Alimentação e Bebidas avançou 0,83% no mês, depois de três meses seguidos de recuo, e ajudou a inflação a fechar em 0,82%.